MESAS DO XIII EDEA COM SUAS DESCRIÇÕES E DIAS CORRESPONDENTES

Amanda M. Castro

Amanda M. Castro

Lisiane Niedsberg

Lisiane Niedsberg

Márcio Caetano

Márcio Caetano

MESA 1: Violências cotidianas nos ambientes, territórios e sociedade - 25/10/2021 - Segunda-feira - 18:00

Chacinas em operações policiais nas favelas; aumento de violência contra à mulher; assédio moral e sexual em diversos âmbitos da sociedade; territórios indígenas oprimidos pela exploração; ambientes degradados pela ambição de grandes empreendimentos; populações violadas por diversos preconceitos... As notícias das inúmeras violências sociais e ambientais são muitas e são cotidianas, vão se naturalizando nos discursos como se não houvesse outra alternativa. É preciso falar sobre esses cotidianos e sobre as violências que assolam os ambientes e territórios para entendermos de forma crítica os movimentos que atravessam as nossas realidades. Pensando nisso e no papel da Educação Ambiental enquanto campo de conhecimento e atuação, a urgência em tratarmos desses temas, fortalecendo o debate em torno das compreensões e importâncias dos cotidianos. A mesa será protagonizada por:  Amanda Motta Castro, Lisiane Niedsberg Corrêa e Márcio Caetano, com a mediação de Desirée Pires.

Zélia Seibt

Zélia Seibt

Suzi Barros

Suzi Barros

Marcos Reigota

Marcos Reigota

MESA 2: Cotidianos hackeados: os desafios do ensino digital na era das democracias fakes - 27/10/2021 - Quarta-feira - 18:00

Os termos estrangeiros que irrompem no título da proposta desta mesa, revelam de alguma forma uma força oriunda dos aspectos voltados aquilo que diz respeito ao tecnológico e ao digital da contemporaneidade e que vão muito além das fronteiras geográficas de um país. Aproximações e distanciamentos provocados pelas telas dos computadores e celulares. Essas são forças tecnológicas que são produtos e produtoras de culturas, realidades virtuais e que também são expressas em disputas de narrativas nos variados espaços e mídias. Bolhas de informações que não se comunicam entre si, apenas retroalimentam suas convicções em seus circuitos fechados; notícias falsas que arrastam multidões na crença de inverdades; manipulações de dados e muito mais. Diante desses cenários, nos questionamos sobre que políticas são essas que estão sendo construídas no ambiente virtual e o quê a Educação Ambiental pode aí? Um dos pontos a serem tratados pode ser a questão do ensino remoto, que virou cotidiano nos ambientes formais de ensino, que por sua vez remete sobre o debate da precarização da aprendizagem e das desigualdades de acesso a essas tecnologias para a manutenção mínima das atividades de aprendizagem. Além disso, há a possibilidade do debate sobre o cenário político pautado pelo virtual e que questiona sobre a existência mesma da democracia. Ou será que há muito tempo estamos imersos em uma democracia fake?

Para essa e outras questões que tratam sobre o ensino, a virtualidade, a democracia e a Educação Ambiental, esta mesa contará com a participação de Zélia de Fátima Seibt do Couto, Marcos Antonio dos Santos Reigota e a Professora Suzi Barros, além da mediação da doutoranda em Educação Ambiental pelo PPGEA, Gabrielle Neves.

Marília Gonçalves

Marília Gonçalves

Sandro L. Mesquita

Sandro L. Mesquita

Juliano F. de Sá

Juliano F. de Sá

MESA 3: Utopias, movimentos e resistências - 29/10/2021 - Sexta-feira - 18:00

Os retrocessos socioambientais são inúmeros no contexto político presente e são sentidos mais fortemente por aquelas e aqueles em maior vulnerabilidade na sociedade. A proposta de uma mesa voltada às escutas está em nos atentarmos às solidariedades que se fortalecem nos cotidianos. Em especial, a partir dos movimentos sociais, grupos organizados, sociedade civil e outros grupos que se articulam desde as urgências e emergências experimentadas nas opressões da vida diária e que podem estar vinculadas às preocupações no campo da Educação Ambiental. Nesse sentido, dentre as possibilidades de discussão deste dia, estão as perguntas: quais são as utopias, movimentos e resistências que estão ocorrendo neste momento em termos de Educação Ambiental no Brasil e na América Latina? Quais experiências e vozes o campo da Educação Ambiental precisa se voltar e aprender a escutar? Quais os desafios existentes na fronteira entre a escuta e a ação coletiva? Outros tantos pontos de debate e aprendizagens podem emergir desse encontro que será protagonizado pelos palestrantes Marília Gonçalves, Sandro Luiz Mesquita, Juliano Ferreira de Sá e com a mediação do doutorando do PPGEA Ederson Silva.